| O
cinema brasileiro está em plena
fase de crescimento. Cada vez mais, produções
brasileiras encontram reconhecimento em
todo o mundo, agradando aos mais rígidos
gostos e impressionando pela qualidade
técnica que tem imperado. No entanto,
em um país que só vive de
esperança, sem experiência
real de felicidade, falta ainda algo nas
mensagens que o cinema brasileiro tem
passado aos espectadores do mundo inteiro,
mas principalmente, aos brasileiros. Como
em tantas outras áreas, também
no cinema, nós, evangélicos
de todo o país, não podemos
deixar de ser sal. O Festicurtas tem se
revelado um bom começo.
Realizado
na mesma época e cidade do Festival
de Brasília do Cinema Brasileiro,
o Festicurtas se consolida, não
como um concorrente, mas como um complemento,
oferecendo mais uma opção
de estilo às mostras que já
acontecem naqueles dias.
Seguindo
a tendência nacional, o Festicurtas
também cresceu. Participaram 10
filmes, incluindo 2 vídeos institucionais,
2 documentários, 5 dramas e uma
comédia.
Dos
filmes, participaram 6 estados (Distrito
Federal, Minas Gerais, Santa Catarina,
Paraná, Rio de Janeiro e Amazonas),
26 cidades, 166 integrantes, entre diretores,
técnicos especializados (figurinistas,
maquiadores, câmeras, iluminadores,
etc) e atores, todos de 19 igrejas evangélicas
de 8 denominações diferentes
(Assembléia de Deus, Batista Brasileira,
Batista Independente, Batista Nacional,
Comunidade Cristã, Renascer em
Cristo, Sara Nossa Terra, Universal do
Reino de Deus).
Apesar
da chuva que caiu sobre Brasília,
o público passou das 2.200 pessoas
nos 3 dias do Festival, que teve cobertura
de variados órgãos da Imprensa
(Sites especializados, Jornais, Revistas,
Rádios, TV), em vários estados.
Duas
novas personagens marcaram presença:
Os irmãos Lumiére. Inspirados
no grande criador do cinematógrafo,
levaram ao público informações
sobre a história do cinema, história
do Festicurtas e muita diversão
em cinema mudo.
O
filme mais premiado, levando cinco Curtas,
foi Um Tiro na Noite, de Leandro Soares.
O Curtas de melhor filme foi para O Toque,
de Marlon Vargas, que também recebeu
outros três Curtas. O Curtas de
melhor filme eleito pelo público,
foi para Xeque-Mate, de Jucelino Moreira.
Clique
aqui e confira os vencedores dos 14
Troféus Curtas distribuídos
no V Festicurtas.
Clique
aqui para ler as sinopses dos filmes.
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